terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Dezembro

Último mês do ano. Dezembro é o mês do calor que vai ficando mais forte, das cigarras e dos grilos com os seus sons tão característicos. Mês de se pensar nas pessoas queridas (se bem que todo mês é para isso), mês que representa o término de uma etapa - e começo de outra.

Mês com novas oportunidades de fazer uma ligação para quem se gosta - ou escrever uma carta, ou mandar um e-mail.

É um mês novo portanto, e diferente dos outros, porque estamos nele agora. Logo, ele é um presente para nós, porque estamos no presente. Novembro é passado e janeiro está no futuro.

Aproveitemos dezembro, com todas as nossas alegrias possíveis e encantamentos, porque a vida precisa disso. Porque nós precisamos disso. Porque o mundo fica melhor assim.

O que importa - verdadeiramente falando

Quando nos preocupamos com as coisas, com as pessoas, com o que os colunistas de jornal escrevem, com as reclamações diárias, com a insensatez dos governantes, com o dia chuvoso de inverno, com o dia quente de verão...

É tempo de parar e pensar.

O que importa realmente?

Será essa a questão, a derradeira questão a ser respondida ao longo da nossa vida.

Os colunistas de jornal tem a sua opinião própria, de acordo com sua experiência de vida - experiência essa que não é a mesma para todos. Portanto, não precisamos perder uma noite de sono se lemos algo que não concordamos. É uma opinião.

Agora, se queremos fazer algo, podemos sim escrever, conversar com as pessoas, acerca dos mais variados assuntos e trazer alguma reflexão, algum conhecimento que traga algo de positivo para a vida - bem diferente do que ficar reclamando do que se lê no jornal e criar embates intermináveis por causa de picuinhas.

Sobre a insensatez dos governantes - realmente, um dos grandes problemas brasileiros é a corrupção, a burocracia, o interesse próprio em detrimento do interesse coletivo.

Mas o que fazer? Ficar reclamando, exigindo que eles honrem o nosso voto e cuidem do nosso dinheiro, que eles gastam como se fosse o dinheiro deles?

Reclamaremos sem fim. Não resolverá. Iremos nos estressar. De nada adianta mudar todo o grupo de políticos que governa o Brasil, se o grupo que vier em seguida, fizer as mesmas coisas!

Neste caso, precisamos dar o exemplo. Sim, o nosso exemplo; seja ele em casa, na rua, no trabalho, ou nos momentos de lazer. Se não gostamos da corrupção, não sejamos corruptos, sob nenhum aspecto; se não gostamos de burocracia, tratemos de fazer as coisas no menor tempo e dando a melhor atenção no trato com os outros.

Aí sim, nós mudaremos alguma coisa. Esse trabalho, de cada um, não poderá ser feito pelos nossos governantes, ou pela polícia, ou pelos artistas de TV - compete a nós unicamente.

Se iniciarmos esse trabalho hoje, as pessoas irão nos observar, e então elas poderão fazer também. E quanto mais gente fazendo o certo, menos gente fazendo o errado.

É um trabalho de formiguinha, que levará muito tempo. Mas se começarmos por nós mesmos e os nossos parentes mais próximos, já serão quatro ou cinco pessoas agindo conscientemente na cidade em que vivem.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Ruas Seguras para os Pedestres

Numa viagem até as cidades de Canela e Gramado, no Rio Grande do Sul, eu e minha esposa nos deparamos com uma situação pouco vivenciada por nós em Blumenau.

Os carros param na faixa de segurança, dando oportunidade dos pedestres atravessarem a rua.

É isso mesmo. Em qualquer rua nestas duas cidades, os carros param e os pedestres andam.

Simples, não?

Mais: não havia guardas de trânsito nas ruas fazendo este tipo de conscientização. As pessoas nos seus carros param porque isto FAZ PARTE DA SUA EDUCAÇÃO.

Tentar atravessar na faixa de trânsito em Blumenau é pedir para ser atropelado ou receber uma buzinada...

Um dia os blumenauenses serão educados no trânsito.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Escrever

Todo esforço de escrever, de colocar palavras no papel ou na tela de um computador, começa primeiramente na mente. Quando o escritor mentaliza uma história, notícia ou informação, ele está criando. Assim, um passo importante para escrever foi dado.
Porque ao escrever, se está pensando nos detalhes, nas cores, nos sentimentos, e nas palavras que serão empregadas.
Escrever começa na mente. É um duplo exercício: planejar o que se quer escrever, com começo meio e fim, e finalmente, colocar para fora, exteriorizar.
E quanto mais prática, mais qualidade, porque advinda da experiência.

Ainda Helen Keller

"Portanto, quero dizer àqueles que estão tentando aprender a falar e aos que estão ensinando: tenham ânimo. Não pensem nas falhas de hoje e sim no sucesso que pode chegar amanhã. Vocês compreendem uma tarefa difícil, mas terão êxito se persistirem; e vão descobrir uma alegria em superar obstáculos - um encantamento em escalar ásperos caminhos que vocês jamais sentiriam se às vezes não escorregassem para trás e se a estrada fosse sempre suave e agradável. Lembrem-se, nenhum esforço que fazemos para atingir algo belo é perdido. Em algum momento, em algum lugar, de algum modo encontraremos o que buscamos". (Helen Keller, A História da Minha Vida, pág.391)

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Seja você o seu próprio gerente!

1 - Crie metas.

2 - Estipule prazos.

3 - Determine os caminhos.

4 - Faça relatórios diários da sua trajetória.

5 - Sorria sempre (ou pelo menos, na medida do possível).

6 - Jamais diga - "Eu não consigo" ou "isso não vai dar certo".

7 - Pense grande, seja grande - em caráter, em sentimentos.

8 - Veja as pessoas como acréscimo de valores e nunca como pedras no sapato.

9 - Escreva ideias no papel e coloque em prática no decorrer do seu dia.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Helen Adams Keller

Estou lendo um livro muito bom. Sobre a escritora e humanista Helen Keller (1880-1968).
Cega e surda desde criancinha, Helen superou todas as adversidade possíveis (e impossíveis), quebrou barreiras e se tornou, no ano de 1904, a primeira mulher cega e surda a se graduar em uma universidade norte americana, no caso, a Radcliffe College, instituição sediada em Boston.
Mas falar de Helen Keller isoladamente é contar apenas metade da história. A outra metade é Anne Sullivan (1866-1936), a professora que acompanhou Helen por quase 40 anos. Juntas, as duas aprenderam e ensinaram uma para a outra.
Helen ajudou a criar diversas Organizações que humanizaram o relacionamento com pessoas cegas e surdas. Esteve em 39 países, inclusive o Brasil. Fazia palestras, escrevia artigos de jornal e foi autora de 14 livros.
Fazia palestras? Escrevia artigos e livros? Sim, sim, a história dela é notável. Um exemplo a ser seguido. Mas em outro momento eu explico, porque isso demanda tempo.
Helen também esteve sempre rodeada pela curiosidade. Sempre ocupou sua mente, procurando conhecer, ler em braille, estudar, sentir as flores, o mar. Helen remava canoas, andava de bicicleta, em cima de um cavalo. Sua vida foi intensa, desde o dia em que descobriu que cada objeto que tocasse tinha um nome - e assim ela conseguiu se comunicar com o mundo exterior, aparentemente tão confuso e estranho.
Meus amigos, nessas linhas rápidas, eu procurei mostrar alguns aspectos de Helen. Se quiserem saber mais - e se deliciar - sugiro procurar na internet, onde existe muito material sobre ela, inclusive fotografias e até vídeos antigos.